Provérbios 6 TRANSLATE ME: navigation.bible_commentary
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Usando uma analogia de fiador-devedor, Salomão adverte sobre o perigo de renunciar à nossa administração para outros e oferece uma maneira de escapar desse perigo.
Salomão adverte contra a preguiça e tenta incentivar o leitor à ação, mostrando os perigos inerentes à apatia.
Salomão ilustra as características de uma pessoa ímpia e o resultado disso.
As ramificações práticas da maldade vão contra Deus, Seu propósito para o mundo e, o que é melhor para cada vida humana.
Os mandamentos de Deus e os ensinamentos daqueles que O seguem iluminam nosso caminho. Eles conduzem ao discernimento, paz e à comunhão.
Flertar com a tentação é perigoso. O pecado tem consequências que não podem ser evitadas. Ceder à maldade interrompe uma vida produtiva.
Provérbios 6:30-35 explica como as repercussões da traição são severas.
No sexto capítulo de Provérbios, Salomão usa um punhado de analogias para encorajar seu público a escolher o caminho da sabedoria em vez do caminho da Loucura. O primeiro leva à vida e o último à morte. Este é um tema básico das escrituras, os humanos receberam a possibilidade fazerem de suas escolhas, a capacidade de causar um impacto pelas ações que escolhem tomar. Uma das escolhas fundamentais que fazemos continuamente é binária: vida ou morte.
Esta é a escolha diária básica que Deus deu a Adão em Gênesis 2:17. É a decisão diária que Deus colocou em Sua aliança/tratado com Israel (Deuteronômio 30:19). É a oportunidade para a qual os crentes do Novo Testamento são convidados em sua caminhada, escolhendo diariamente se andam no Espírito (que leva à vida) em vez da carne (que leva à morte).
Provérbios 6 é centrado em como holisticamente o caminho que escolhemos a cada dia nos afeta. Escolhas de sabedoria e maldade vêm com consequências significativas.
Salomão começa com uma analogia credor-tomador para falar sobre como a maldade nos leva a perder nossas escolhas e oportunidades. Ele fala sobre fugir das armadilhas da maldade como uma gazela escapando de um caçador ou um pássaro escapando da gaiola. Então, ele usa o exemplo da formiga para falar sobre diligência e autogoverno. Todas essas ilustrações são sobre a eficácia da agência humana, o papel que temos que desempenhar, nossa oportunidade de fazer escolhas diárias.
Nós escolhemos nosso caminho a cada momento. Recebemos a responsabilidade de administrar nossas escolhas. A sabedoria é o caminho para administrar bem e a maldade é o caminho para evitar, perder e perverter essas oportunidades.
O caminho que escolhemos nos afeta. Sabedoria é viver em alinhamento com Deus e Sua ordem criada e a Loucura é uma abominação, uma vida de oportunidade desperdiçada, disfunção e separação (morte).
A tentação de escolher a loucura parece doce no curto prazo. Mas seus efeitos a longo prazo são a ruína. É o caminho da separação (morte), cheio de promessas vazias. Salomão alerta para evitar essas miragens, para se manter distante delas e para estar alerta.
Como um bom pai, Deus quer o melhor para nós. Ele zela por nós, nos guia e cuida de nós mas, Ele não nos força. Ele nos permite a liberdade de escolher aquilo que Ele nos confiou para administrar. Perdemos nossas escolhas apenas ao escolher entregá-las a outro agente. Nós nos alinhamos com Deus e Sua glória ao ter a coragem de escolher o caminho da sabedoria.
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